15 de setembro de 2012

Como convencer uma mulher casada a fazer sexo com outro



Este conto baseia-se no diálogo do José com a Rita travado através do mail. O marido da Rita, o Filipe, ofereceu o endereço de email pessoal da sua esposa ao José para que este o ajudasse convencê-la a fazer sexo com outro homem enquanto o Filipe assistia.






José
Olá, Rita! Eu sou o José. Quem me deu o teu endereço foi o teu marido. Tu já deves saber que ele tem a fantasia de te ver com outro homem e disse-me que talvez estivesses disposta a alinhar se criasses empatia com alguém. É verdade? Não deixes de responder a este mail nem que seja só para me dizer que nunca alinharias. Se me responderes enviar-te-ei uma foto para me conheceres. Dá-me as tuas vontades, desejos, fantasias.Conta-me quem és, Rita. Chega-te a mim. Vem! Vem até mim! Diz-me o que pensas de tudo isto...

Rita
Foi o meu marido que te deu o meu mail? Não devia ter feito isso! Ele está a avançar muito depressa...Eu não me sinto preparada para o que ele quer... José

José
Olá, deliciosamente viciante Rita.Acho que é bem mais fácil atalharmos caminho por aqui, no que diz respeito a falar directamente contigo. Saudades de te ler, enquanto te sinto molhada por e para mim enquanto te bombardeio com sensações, ideias, palavras, emoções que te quero dar.Que quero fazer-te sentir. Sou o amigo que ele queria levar para casa, para ti, na sexta à noite, enquanto aquele vibrador que ele usou fez o pobre trabalho de me substituir. Saudades de te ter aqui, enquanto não te tenho comigo. Vem. Em anexo segue uma foto minha. Dá-me as tuas vontades, desejos, fantasias. Conta-me quem és, Rita. Chega-te a mim. Vem.

Rita
Bonita mensagem... Bonita foto... Fizeram-me arrepiar... mas nem te conheço…

José
Acabei de chegar ao escritório. Que bem que combinarias com esta chávena de café que acabaram de metrazer... aqui sentada sobre a minha mesa, a conversar comigo. E continuo a querer ler. A querer ler-te, Rita.
Sim, claro que foi o teu marido que me deu o teu contacto. Apoiado em duas fortíssimas razões: querer muito o que quer e saber que eu nunca te trataria de uma forma deselegante ou discreta. Eu sei que não estás preparada para o que ele quer, Rita. Mas diz-me, o que achas que ele quer? E acima de tudo o que queres tu? Quero ler-te. Sentir-te.Vem comigo.

Rita
O que ele quer é ver-me com outro... Eu não quero um marido "cornudo"...Para mim, não dá... Não o veria mais da mesma forma... Apesar de me pareceres um tipo espectacular... Portanto não é pessoal. Compreendes?

José
Tudo é pessoal. Tudo é íntimo.Tudo é teu. Meu. Dele. Numa trindade de desejo, fantasia, sexo e cumplicidade. O termo cornudo, da forma como o usas, implica uma traição. Essa traição nunca acontecerá. És uma mulher de sorte. Pelo marido que tens e pela abertura que ele sente para partilhar contigo fantasias tão íntimas, que normalmente empurram osmaridos para a infidelidade por forma a concretizá-las. O que tens aqui é uma fantasia. Dele. Bastante comum até. Fantasia ver a mulher com outro. De uma forma ate bastante elogiosa para ti. Ele tem consciência da fantástica mulher que tem e da vontade que desperta nos homens. Isso excita-o de uma forma que culmina na vontade de o levar a cabo. Tu tens consciência que provocas isso, não tens? Tens de ter. Por conversas que eu tive com ele e por todos outros atributos que ele encontrou em mim decidiu convidar-me. Decidiu oferecer-te a mim. A questão que te deves colocar, querida Rita, é até que ponto te agradaria agradar-lhe? Até que ponto, com todo o sigilo que naturalmente envolve, te agradaria entregares-te a mim, na presença dele, com o consentimento dele, com a tácita expressão o de tesão, luxúria estampada na cara dele enquanto te vê banhada em prazer, aguardando o meu sinal para que o chame para junto de nós? Para que te dispa para mim.... para que me dispa para ti. Sem que entretanto, os meus lábios se separem dos teus. Sem que as minhas mãos larguem o teu rosto enquanto sugo o ar que respiras. Enquanto roubo cada gemido que suspiras ao sentir as mãos de ambos em ti? Não penses. Escreve o que tens na mente. Sem ruído e diz-me, Rita: O que sentes?

Rita
Belas palavras... bons argumentos... Sinto-me a ser conduzida até ti... Mas tenho medo, muito medo!!!!

José
As palavras não estão à altura da lindíssima mulher que és. Os argumentos são a minha visão das coisas. A visão do Filipe das coisas.Não sejas sintética, Rita. De que tens medo? De mim? De Gostar demais? De achares que a concretização de uma fantasia não afectará a tua vida de forma imensamente positiva? Diz-me de que tens medo.Vem cá. Conta-me tudo.

Rita Tenho medo de muita coisa:
De acabar o meu casamento;
De me apaixonar;
De sofrer;
De não ser forte;
De ser puta;
De deixar de amar o Filipe;
De gostar demais... sei que vou gostar...
Das consequências...
Sinto que tudo me empurra para ti... e eu estou a deixar-me ir... Poupa-me... eu não sou assim tão forte...


José
O teu casamento é o sonho de muitas pessoas casadas há muitos mais anos que vocês. Tem como base uma fidelidade, uma partilha. Essa fidelidade não é alterada pela realização de uma fantasia. Pelo contrário, apenas a alicerça em algo bem mais forte. Algo que partilhado pelos 2, enquanto amadurecimento da sexualidade de ambos, num espírito aberto e totalizador de algo que implica o amor entre duas pessoas. Não te apaixonarás por mim.Apaixonar-te-ás mais, isso sim, pelo Filipe. Garanto-te. Porque a dada altura perceberás que tudo é por e para ele. A dada altura saberás que tudo é por e para os dois. Vocês os dois, querida. Daí sairás mais forte, mais segura da tua relação, muito mais segura do amor de um pelo outro. Sempre. O conceito de Puta está muito mal tratado. O conceito real da palavra é bem mais interessante. Trata-se de uma Mulher (sim, com M maiúsculos) que procura o vértice, o extremo, da sua sexualidade, provando os sentidos, as emoções, os toques, navegando pelas suas ideias e fantasias e concretizando-as, não por veleidade ou facilitismo, mas apenas e tão só porque isso a fará crescer enquanto pessoa. Quero que sejas a puta que tens medo de ser. Minha. Pela minha mão.Guardada sempre pelo meu braço, pela minha voz, pelo meu corpo que te quer ensinar, mostrar, levar. Deixas-me ensinar-te, Rita? Sentes o quanto o queres ser, por e para mim com ele na sempre tua mente?

Rita:

As tuas palavras são belas, os argumentos muito bons... Se eu te deixar penetrares-me, estou a ser tua... toda tua... o Filipe perder-me-á... Para mim ele não passará de um corno manso... Não será um meu homem. Tu o serás... Uma mulher precisa de um Homem e não de um corno, de um frouxo... Eu até sinto que ele já é cornudo só por querer que eu imagine que estou com outros... Não achas?

José:

Acho e acho também que a ideia começa a agradar-te. Imaginas-te comigo, quando estás com ele dentro de ti, naquele instante em que fechas os teus olhos não é já o meu cheiro que sentes esperando que, ao abrires os teus olhos, vejas o Filipe sentado aos pés da cama, com o olhar CHEIO de tesão e prazer, por tudo o que lhe estamos a oferecer para que veja?Ele já é corno, por opção, porque é a fantasia dele é sê-lo. E não há algo de muito estranho aí. Ao penetrar-te não farei de ti minha esposa, mas farei de ti minha Mulher, com M maiúsculo, sim. Como sinto que começas a querer sê-lo, mais e mais e mais. Ao foder-te como sabes que queres e precisas, fazendo do Filipe tudo quanto ele sonha ser, não faremos dele um corno. Faremos dele O corno que lhe dá TANTO tesão ser. Seremos nós que trataremos dele, Rita. De o educar, de o ensinar, de o tratar bem. Como ele clama ser tratado. Por vontade própria. Dele e da sua fantasia. Ele nunca te perderá. Ganhará uma nova TU mais rica, melhor, mais plena de si e dele. E sinto que cada vez queres fazer dele tudo isso, dando-lhe, finalmente, o que ele quer e precisa enquanto tu, doce e viciante Rita, terás o que queres e precisas. Não queres, Rita? Essa mistura de tesão pela ideia, de necessidade de o castigar mostrando-lhe, de facto, aquilo em que ele se quer meter.Perguntar-lhe no durante qual a sensação de ver a esposa dele a ser fodida pelo homem a quem ele a ofereceu. Ao homem que foi por ele convidado para te ensinar para te mostrar TUDO. Enquanto o levamos pela mão, para que assista a TUDO o que me irás dar.A tua libido. A tua luxúria. O teu desejo. Serão eles meus.Continuas a não responder à pergunta que te lancei no final do e-mail anterior. Não gosto quando foges aos assuntos e não me respondes ao que te pergunto.

Rita
Vou ser muito sincera: Gostava de viver novas experiências, porque me entreguei ao Filipe muito cedo e não tive outros homens... mas a palavra "entreguei" para mim diz muito. Não estou arrependida, sinto que escolhi bem... Parece uma contradição, mas não é... Ele quer ver-nos a fazer dele um corno. Eu sei que ele ia delirar, mas para mim deixava de ser o meu Homem. Não avanço por aquilo que vou sentir a respeito dele e não por ele. Enquanto ele brincar aos cornudos sem o ser na prática, eu consigo encará-lo como homem. Depois não sei. Imagina que eras uma mulher: Gostavas de ter como marido um corno manso?
A resposta à tua questão é a seguinte: Gostava de aprender contigo, mas tenho MUITO MEDO das consequências. Sei que sou covarde, mas sinto-me bem assim... Acho que já estou a aprender contigo, pois nunca imaginei partilhar a minha intimidade com ninguém. Se tu me possuíres, vais deixar uma enorme marca em mim... Vou deixar de ser quem sou, de me olhar com dignidade, de andar de cabeça erguida... Eu sei que, se me entregar a ti, me vou apaixonar por ti... e não vou querer o Filipe, pois tu passarás a ser o meu Homem. Eu já sinto que me estou a aproximar perigosamente de ti. Preciso de uma Âncora, senão a corrente leva-me... Desculpa a minha confusão...

José
Precisas de mim.Sabes que ambos precisam de mim.Não alterará a tua forma de o ver, apenas o tornará melhor, mais íntimo, mais em conjunto. Quero uma foto tua. De ti, para mim. Por mim. Sem mais.Resolvo a tua confusão a seu tempo, querida e viciante Rita. Prometo.

Rita
O Filipe precisa mais de ti do que eu... Se lhe dissesses que já me tinhas possuído, ele ficava contente e, se calhar até esquecia isto tudo... Já tive vontade de lhe dizer que já estive com outro, quando estive a dar aulas no Alentejo. Só para ele se sentir um verdadeiro corno, mas não gosto de lhe mentir...
A minha confusão só ficará resolvida depois de não poder haver retorno... com todas as consequências inerentes a esse facto...
A foto que te envio é a que está no meu cartão de contacto. É pequena, mas também ainda não consigo imaginar o teu rosto, quando o Filipe me pede para imaginar que estou contigo.

José
A foto que envio é um misto de coisas. Um Olá. Um prémio, pela foto que me enviaste, nesse teu primeiro passo na minha direcção. Quero mais de ti, Rita. Pela tua mão. Por tudo o que envolve o processo de escolha das fotos que me vais enviar. É também uma resposta ao teu pedido.
Para que não uses a tua imaginação para extrapolar como serei. Quero que a uses para imaginares, sentires, ouvires TUDO o que será. Sei que tens fotos bem melhores. Trá-las até mim. Com a essência de ti nelas, querida. Diz ao Filipe que queres escolher uma para me enviares. Porque eu ta pedi, porque a queres enviar para mim.O Filipe precisa de ti, mais do que de mim.Tu precisas de mim para o Filipe ter o que precisa.
Precisas de mim para saber como é. Para saber até onde te levarei.A ambos. Pela minha mão.Não terás que lhe mentir. Nem eu. As consequências inerentes a qualquer facto são meras suposições até que os factos sejam consumados.Não gosto de suposições. Gosto do som que farás ao gemer de prazer. Da forma como a tua pele suará, por entre os teus seios. Do cheiro das hormonas libertadas pela sensação de tesão. Puro.Como tu és.Como eu vou cultivar em ti.Para ele. O nome corno, já viste como te fica bem na ponta dos dedos cada vez que o escreves para mim? Já sentiste o arrepiozinho agradável que te dá senti-lo?


Rita

A foto que eu te enviei foi tirada na minha Lua de Mel. Tem onze anos, mas tem ainda muito significado para mim. Hoje envio-te uma mais recente. Gostei da tua. Agora já tenho um corpo para materializar as fantasias do Filipe. Por falar nisso, desde que começámos a enviar mails, ele tem melhorado muito a sua performance sexual. Tens sido um bom professor para nós... Mas não me sinto preparada para o que tu queres... para o que ele quer... A palavra "corno" saída da ponta dos meus dedos arrepia-me... Inicialmente, quando ele me pedia para lhe chamar, eu perdia a excitação toda. Agora ainda fico mais excitada... Se calhar é por achar que ele já é... No entanto, continuo a achar que o fetiche do Filipe é muito invulgar... Oferecer a esposa a outro! Não o entendo muito bem! Um Homem devia querer a mulher só para si... Ser dono dela... Certamente, tu nunca oferecerias a tua namorada ou esposa a outro... és demasiado dominador para isso. Vou confessar-te uma coisa... Sinto-me cada vez mais aberta ao“falar" contigo, pois gosto de te enviar mails. Se houve algo positivo no fetiche do Filipe foi ele ter-me oferecido alguém com quem me abrir, sem pressões... Não gosto de ser pressionada. Gosto de ser livre...

José
Deliciosos, estes bocados de ti que me envias, que me dás. Agora já tens um corpo para materializar as tuas fantasias. A única diferença é que as tuas apenas se aproxima cada vez mais das do Filipe. Quero-te preparada para o que tu queres, agora que começas a saber o que queres.
Dá-me o que ele te diz, o que te propõe, o que te excita nas ideias que sabes que ele têm. Quais as que mais te agradam, quais as que te deixem automaticamente molhada, excitada, com essa invejada tanga encharcada. A mesma que usarás quando te deixar em casa, ainda encharcada em tesão. Cheirando a luxúria e fogosa libido. A mesma que afastarás antes de prontamente te dirigires a ele, na cama, sentando-te na cara do corno, sussurrando-lhe: "-Limpa-me. Pode ser que me faças vir. Pela milésima vez hoje" enquanto lhe descreves passo a passo tudo o que passou entre nós nessa tarde. Tudo aquilo que, apenas a sua lembrança, te deixa em fogo, de novo. Sempre.Comigo no teu pensamento, no teu corpo, na tua mente que quero minha. Quero o teu corpo, a ser-me entregue por ti, por e para mim. Aposto que tens fotos onde essa roupa toda nao insiste em manter-se no caminho da minha boca. A mesma boca que te quer torturar de prazer. Mais do que oferecer a esposa a outro ele está a entregar-te à minha vontade. E a minha vontade é que o castigues, expondo, exibindo, dando-me o teu corpo. O mesmo que ele quer que tu me entregues.Vem. Mostra-me quão viciantemente lambível tu és. Mostra-me quão intensamente sensual sabes ser. Para mim. Traz-te, Rita, à minha boca.

Rita

Pensei muito antes de escrever este mail. Estive para não te responder, mas como não sou covarde e considero que todas as cartas merecem uma resposta, optei por te responder. Tu não me conheces, pois se conhecesses saberias que eu só iria para a cama contigo se estivesse apaixonada por ti. Se estivesse apaixonada por ti, depois de fazer amor contigo, já não quereria estar com o Filipe. Entendes? Se eu quisesse trair o Filipe, já o tinha feito, pois ele pedia-me insistentemente para dar em cima dos meus colegas de escola... Em relação à foto... Claro que percebi que tu querias uma foto de mim nua... Mas isso nunca, porque eu sou professora e se os alunos me reconhecessem em algum site menos digno, a minha carreira estaria perdida. Talvez fiques amuado com este mail e não me respondas, por mim tudo bem. Apesar de gostar de me abrir contigo, de partilhar a minha intimidade, não quero partir para uma aventura perigosa. Assim, sinto-me uma condutora cautelosa que conseguiu travar o carro antes de uma sedutora, mas perigosíssima, curva tentadora. A foto que te envio tem o objectivo de te mostrar quem tu queres substituir para saberes que há pessoas em jogo e que eu tenho sido feliz assim...

José

Sim, de facto confusa. Os teus conceitos misturam-se. Aventura é paixão tórrida com amor e compromisso. A minha função é ser a terceira pessoa, não o substituto de. Não é nem será jamais esse o meu papel.Não te conheço, mas leio através de ti. De cada salto que dás. Ora para a frente, ora em recuo. Não preciso de conhecer mais do que a mulher que tem desejos. Desejo. De mim. O resto de ti pertence-lhe. Não a mim, doce Rita. Não preciso de conhecer mais do Filipe para saber qual a vontade dele ou que a tua vontade é de o satisfazer. Parece-me que tentas complicar o que é simples, querida.Através desse doloroso, penoso, ingrato e muitas vezes infrutífero processo de auto-analise masoquista que te impede de dar um passo em frente, ou não usar o travão, quando quem conduz és tu e o Filipe.A ideia não é separar. É unir. Não é substituir. É complementar (-te/-vos). Não quero fazer amor contigo. Quero o teu corpo. Para o tornar meu, em todo o tempo que estiver contigo.Não quero o teu amor. Esse tem um dono, o Filipe, ele e apenas ele o merece. Mas merece também a vida sexual que almeja ter... e aquela que tu não tens, acima de tudo por uma pequenina, mas ultrapassável, falta de coragem. Aposto que sabes conduzir bem melhor que isso, para dares as sedutoras curvas que te interessam. Aquelas que te levam ao teu Destino.Gizado por ambos. Essa foto é uma pérola. Relembra-te que não estou aqui para separar... mas para unir. Relembra-me disso, também. Não há aqui lugar à figura de traição que tanto te enche a boca e a alma. Não haverá tu e eu sem a presença do Filipe. Ele assim o quer. Eu assim o exijo. Trava a tua racionalidade impeditiva de mais.Intuitiva, emotiva, instintiva.Curva após curva. Deliciosamente embalada pela vontade de mais. A 3. Nunca A 2.Pequena grande diferença, não? Quero ouvir a tua voz. Dei-te já o meu número de telefone e parece-me chegada a altura de podermos, ainda que brevemente, trocar algumas palavras com o teu ouvido. Envia-me um SMS e combinamos a melhor altura para conversarmos um pouco.Beijo. Nessa boca que já fechou os olhos para me provar na boca dele. E que bem te senti, viciante Rita. Como tu sabes ser. Brinda-me com mais de ti. Vem.

Rita:

Não estou confusa. Sei perfeitamente o que quero! Se não soubesse as coisas teriam funcionado de outra forma! Eu sei que ainda não te pertenço... Porque não me entreguei, mas sei que se te deixar aproximar... Serei tua... Toda tua... e isso não pode ser... Quem é masoquista é o Filipe... Tem prazer em imaginar-me com outro! Eu não sou masoquista, porque não estou a sofrer... Porque se realmente estivesse apaixonada por ti... não hesitava! Eu não sou mulher para entregar o corpo a um e a alma a outro.... Entrego-me completamente....Não se trata só da traição, mas da posse... Pois eu nunca falei em traição. O Filipe quer e, se ele soubesse, não o estávamos a trair, mas eu deixaria de ser só dele...

José
...e por outro lado achas de forma veemente que o deverias castigar, pelo simples facto de te ter trazido até aqui. Até mim. Para que, na frente dele, faça de ti aquilo que nunca sonhaste sequer que poderias ser.Chama-o, bem perto de ti, perguntando-lhe se está satisfeito por ver a mulher com quem se casou a foder com outro. Se está satisfeito por finalmente assistir à forma como o reduzes ao corno que sabes que ele é. Se está satisfeito por saber que, de castigo, irás sentar-te na boca dele, quando o teu novo macho acabar contigo, para que te limpe. Para que te faça vir de novo, enquanto faço da tua boca minha. Como irá ser. Não te parece que se impõe, Rita of mine? ;)

Rita

Reconheço que nesse aspecto tens razão! Ele merecia esse "castigo" (para ele não o seria)! Ver-me com outro!
Dir-lhe-ia:
“ - Querias ver-me, corno, então vê-me ser completamente comida por outro! Vê-me saborear o enorme e delicioso pénis de outro! Vê-me gemer com o prazer provocado por outro!”
Impõe-se um castigo... Mas o verdadeiro castigo para ele seria não ver...deixá-lo na dúvida... Um dia destes vou sair à noite com umas colegas, mas não lhe vou dizer com quem saio. Digo que não sei a que horas volto...Vou deixá-lo a pensar...Se ele me perguntar onde fui... Só lhe digo:
“ - O Corno é o último a saber!”
Não lhe minto e ele vai sentir-se mesmo um corno!
Para já é o castigo que lhe está reservado!...

José
A teoria está aí. Beijo

Rita
Que teoria? A prática seria melhor... mas...

J0sé
Apesar de reconhecer em ti essa personificação do ser hesitante, não te reconheço a queda para as reticências ou vacuidade no que dizes. Não fiques no "mas...", sei-te capaz de bem melhor. Como imaginas o "tu e eu" perante o Filipe?Queres continuar este delicioso jogo que começámos tens de pagar. E vais pagar com a tua mente. Descreve-me onde te leva esse teu semi-escondido tesão que tu tens e és. Pela minha mão, viaja e diz-me o que vês, sentes, ouves, dizes, o que fazes/fazemos. Perante ele, sem ele, com ele. Chegou a tua altura de te dares um pouco mais a mim.

Rita
Utilizei as reticências, porque estava no meu local de trabalho e não tive tempo para me alongar, tal como agora... quando tiver uma oportunidade respondo-te como deve ser... Imagino-nos completamente abstraídos do Filipe, fazendo amor, como se ele não existisse... só assim nos imagino...De outra forma, não. Até logo!

José
À tua espera… de ti.Do que ainda não me escreveste mas escondes em ti. Esse lado delicodoce da minha Rita.Da Rita que queres dar-me.O teu numero, Rita. Ainda não o tenho.Quero enviar-te mensagens quando me apetecer... provocar-te essesarrepios de tesão a cada passo em que cruzes a minha mente.Quero sentir-te. Mais e mais perto de mim. Onde pertences.Manda-me um SMS querida.

Rita
Não te dou ainda o meu n.º porque não quero andar húmida o dia inteiro, como fico quando recebo os teus mails... Não me sentirei limpa... Vou contar-te o que me aconteceu ontem: Um colega meu convidou-me para almoçar com ele... Eu fui, não vi nada de mal em almoçar... Quando íamos para o restaurante, ele pôs a mão em cima da minha perna e disse que me achava encantadora... Que podíamos ir almoçar a sua casa... Eu disse-lhe que não... e tirei-lhe a mão da minha perna... mas confesso que gostei do seu toque, mesmo por cima da calça de ganga... Fomos almoçar ao restaurante. Ele insistiu para que fôssemos até sua casa, mas eu disse que não queria aventuras... Logo vou contar ao Filipe... Ele vai ficar deliciado! Se calhar acrescento uns pormenores...
Sabes do que eu gostava mesmo? Que depois de contar o que se passou ao Filipe, ele fizesse uma cena de macho e fosse dizer ao Luís quem era o meu dono... É uma fantasia que eu sei que não acontecerá... Mas adorava ter um Homem assim!!! Que me quisesse só para si... nada de partilhas!!!!

José
Humm... Eu apenas te partilharei com ele. Com o corno. E nos dias em que ele se portar muito bem, Rita... deixá-lo-ei lamber tudo o que eu deixar em ti, para que te limpe com a sua boca. Para que te faça vir de novo. Esse teu colega é uma tristeza. Levava-te a almoçar a algum sítio onde implicassem irem no carro dele e aí sim colocaria a mão na tua perna, inclinando-se sobre ti, apenas para te sussurrar que o cheiro que exala a tua pele o deixa doido ao ponto de quererver a forma com gritarias o nome dele enquanto te fazia vir. Vez após vez. E afastando-se de ti, acrescentaria: "mas claro que isso não passa de uma fantasia minha" ao mesmo que a mão, ao retirar-se de ti, subiria até à tua virilha.Surpreendendo-te, seduzindo-te, não pressionando, apenas… brincando. O número de telefone não foi uma ordem mas também não foi um pedido, querida.O teu estado normal não mais será limpa, seca. Será encharcada, o dia todo, contando o tempo que falta para te poderes aliviar.. onde eu te disser para o fazeres, como eu disser para o fazeres. Quero-o. Msg tua. Hoje.

Rita
Quem te disse que a sua mão não chegou à virilha? Não cheguei a contar ao Filipe, o que se passou com o meu colega, pois ontem ele quis que eu estivesse contigo... Assim, não quis misturar os homens... Contar-lhe-ei hoje e terei mais uma bela queca... Ontem fui tua: beijei-te, senti as tuas mãos deslizarem pela minha pele,as tuas carícias, o som do teu arfar e teu enorme pénis dentro de mim....Já estou encharcada! Alguém tem de lamber isto...

José
Alguém tem de lamber muita coisa, enquanto me perco dentro dessa tuagulosa e insaciável boca. Quero sentar-te na boca do Jorge, enquanto entro e saio de ti, fundo. Quero que escorras directamente para a garganta dele. Para a boca dele. A mesma que me lambe a cada movimento que faço em ti.A mesma boca onde irás guiar o meu enorme pau, duro, depois de te fazer vir. "-Limpa o pau do meu macho, corno. Limpa-o para que ele me foda de novo" É a única coisa que terás tempo de dizer antes dele me abocanhar, sentido o doce sabor da mulher com quem se casou espalhado pelo meu pénis. Quanto a ti... estarás pronta para de novo te fazer vir. Como boa puta que serás. A Minha Puta. Gosto da forma como a ideia cada vez mais próxima te deixa com essa viciante e deliciosa cona que tens mais e mais encharcada. Brinca com esse tal de Luís. Sei-te capaz disso. Mas não o deixes ir longe de mais. Quem sabe um dia não nos fará falta. Quero o teu corpo, no meu email. oferecido por ti, para que o foda,na presença do corno do teu marido, Rita. Continuas a fazer de conta que não lês o facto de querer o teu número?


Rita:
Grande pénis! Deves deixar muitas mulheres saciadas.... Também seria interessante que ele conhecesse o meu interior, mas não me sinto preparada para isso. Não te dei o meu nº de telemóvel, porque não quero perder o controlo da situação. Já percebeste que eu gosto de controlar a situação... É um hábito... Por isso tenho o marido ideal.Quanto ao Luís, o meu colega, já decidi que o vou deixar louco de tesão, mas vai ter de se contentar em comer outras... Vou continuar a ser simpática sem o deixar avançar mais.... Vou dominá-lo! Querias que eu me libertasse de roupa... aqui me tens mais despida...Em relação ao corno, adorou saber que o Filipe me apalpou, mas disse que me dera a ti... Que teria de te pedir autorização... é evidente que ele não me vai comer... É muito perigoso ser comida por um colega de escola!Os homens dão com a língua nos dentes... E serei não a tua puta, mas a puta...

José:
Olá Rita! tudo bem?Aqui vai então a nossa ida ao cinema nós dois com o teu marido, vou ser o mais realista possível, olha depois de uma conversa no net entre nós dois combinámos marcar para um sábado à noite para nos conhecermos pessoalmente e para nos vermos pela primeira vez, eu estava ansioso por esse encontro. Tínhamos combinado primeiro em tomarmos um café e fazer as apresentações ali, visto ser um local público e com claridade, conversamos um pouquinho para tornar a nossa noite mais excitante. No café marcado, lá estava eu sentado numa mesa à vossa espera, até que olhei para a porta e vos vi entrar, tu estavas linda com um vestido de alças preto por cima do joelho e umas sandálias todas abertas onde se viam os teus lindos pezinhos, fiz um gesto com a mão e vocês foram-se sentar ao pé de mim, cumprimentamo-nos e feitas todas as apresentações, sentámo-nos e começámos a conversar sobre vários assuntos da vida quotidiana e claro sobre sexo também. Tu estavas sentada no meu lado esquerdo um pouco afastada, onde eu tinha uma vista maravilhosa sobre a tua coxa desnudada, estavas linda. Depois de estarmos ali um pouco de tempo decidimos ir então ao cinema, nessa altura já nós os três nos sentíamos mais à vontade. Chegados ao cinema fomos comprar os bilhetes, decidimos que cada um de nós comprava o seu bilhete, fomos os três para a fila, teu marido em primeiro, tu em segundo e eu em terceiro, na fila com os empurrões e apertos eu aproveitava para me encostar a ti, encostar o meu pénis já duro de excitação no teu lindo rabo empinadinho, tu sentias o meu pénis duro no teu rabo mas nada dizíamos, aproveitávamos só o momento daquela excitação toda. Entramos na sala, tu ficaste sentada no nosso meio, entre mim e o teu marido, as luzes da sala se apagaram e o filme começa a sala estava cheia e tudo com atenção ao filme e tu de mãos dadas com o teu marido assistindo ao filme também e eu a pensar numa forma de te poder tocar sem te assustar, porque só já pensava em ti, nada mais me importava nem mesmo o filme, eu estava muito excitado, em ver na escuridão brilhar da pele nua das tuas pernas que o vestido deixava à mostra. Num certo momento do filme tu cruzaste as pernas e eu aproveitei e mexi-me também e deixei cair a minha mão sobre o teu joelho, primeiro comecei só por tocar com os dedos, até que coloquei a mão toda sobre o teu joelho, tu olhaste para mim e deste-me um largo sorriso como um sinal de consentimento, eu subia com a minha mão pela tua coxa acima, mas para facilitar mais o desenvolvimento da minha mão pela tua coxa tu descruzaste as pernas e a minha mão ficou sobre a tua coxa esquerda, fui subindo com a minha mão pela tua coxa acima debaixo do teu vestido até tocar no seu fio dental, que loucura, eu estava tão excitado que até já sentia dor por estar a minha piça tão dura dentro das calças, estava apertada. Quando te toquei na vagina por cima do fio dental tu deste um suspiro baixinho, o teu fio estava húmido devido á tua excitação por estar outro homem a tocar na tua vagina com o teu marido ao lado, tu não aguentaste mais de tanta excitação e colocaste a tua mão esquerda sobre a minha piça dura por cima das calças. Estava louco de tesão Rita por tudo aquilo, eu desvio o fio um pouco para o lado e coloco um dedo dentro da tua cona húmida, tu suspiras de prazer, o teu marido apercebe-se e fica excitado também por saber que a linda mulher esta a vibrar de prazer nos dedos de outro homem. Como a sala estava cheia e nós não queríamos dar nas vistas não deu para fazer mais nada. Antes do filme acabar eu tiro o meu dedo de dentro da tua cona e levo-o a minha boca para saborear o teu suco, que bom que era, era delicioso. Ainda excitados saímos da sala de cinema e à porta do cinema despedimo-nos, vocês disseram que gostariam de me voltar a ver, mas que não devíamos forçar nada, tudo teria de acontecer naturalmente, por isso eu disse que aguardaria o vosso convite, despedi-me e fui embora, vocês também foram para vossa casa e a partir daqui só tu sabes Rita o que aconteceu...

Rita:
Que calor!!!... Temos de o fazer!....

José:
Quando quiserem. Como correu o teu Carnaval?

Rita:
O meu Carnaval foi divertido. Fui a um baile de Carnaval e dancei com vários homens que me apalpavam para tentarem descobrir se eu era mesmo uma mulher... O meu marido adorou!


José:
Tudo bem Rita...espero que o carnaval tenha sido bom.... Escrevo-te para te dizer que sonhei contigo.....que tive um sonho muito erótico...... ...que já nos conhecíamos....os três..eu, tu e o teu marido...e combinámos....um domingo ao fim da tarde....ir até um motel.......para finalmente...explorarmos.....os nossos corpos..........quando lá chegamos....tu assumiste...o controlo....e disseste para eu e o teu marido nos despirmos......depois.....tu lentamente ...ficaste nua e começaste a mexer ....em ti.... a meter o dedinho ...na tua vagina......e disseste-nos para começarmos a bater uma......e tu sempre a ficar mais excitada......depois começaste com um vibrador a enfiar em ti própria.....e logo de seguida deste-o a lamber ao teu marido.....e ele lambia-o.....e eu a bater uma ...cada vez.... mais depressa....aí disseste ao teu marido para.....me mamar.....e ele assim fez...de seguida começaste tu a mamar-me ...depois......meti dentro de ti........e.... o teu marido a lamber-te a coninha...e ao mesmo tempo os meus tomates.............até q eu já estava quase a vir-me ......e tu disseste para eu me vir ...nas tuas mamas.....e o teu marido ao mesmo tempo....e...assim foi......depois.....esfregaste-te toda........e lambias...os dedos....e obrigaste-nos a nós ....a lamber-te os dedos também...... ....e aí acordei....... Eu adorava...realizar este sonho...e tu?

José
Olá, deliciosamente viciante Rita.
Acho que é bem mais facil atalharmos caminho por aqui, no que diz respeito a falar directamente contigo.
Saudades de te ler, enquanto te sinto molhada por e para mim enquanto te bombardeio com sensações, ideias, palavras, emoções que te quero dar.
Que quero fazer-te sentir.
Sou o amigo que ele queria levar para casa, para ti, na sexta à noite, enquanto aquele vibrador que ele usou fez o pobre trabalho de me substituir.
Saudades de te ter aqui, enquanto nao te tenho comigo.
Vem.
Dá-me as tuas vontades, desejos, fantasias.
Conta-me quem és, Rita.
Chega-te a mim.
Vem.

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